Neve.

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Sobre Neve.

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  • Data de Nascimento 14/02/2000

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  1. Neve.

    Bann TS 23 horas

    Estou sem internet, sem luz e com 3% de bateria no telemóvel... tempestade OP. Nao bani ninguém nem sabia dessa situação. Amanhã posso-te tentar ajudar na resolução deste caso - até lá aguarda ou tenta contactar outro moderador.
  2. Em qualquer artigo que envolva entrevistas, eu tenho sempre um trabalho meticuloso em rever o texto dos meus entrevistados para que (no meu ponto de vista) tudo fique de uma forma mais articulada. São pequenas edições ao nível estrutural que em nada alteram o raciocínio ou a mensagem que a pessoa pretende passar.
  3. No passeio da fama com @MiguelWinkel Quem é o JOHN RAMBO? Ou seja, como te defines enquanto jogador e pessoa dentro da nossa comunidade? É uma personagem de cinema interpretada pelo mítico Sylvester Stallone. Agora falando num tom mais sério, sou um membro como qualquer outro que opta por ter uma postura mais troll dentro da comunidade (porque no final de contas quem vem aqui é para se divertir). Eu podia ser o usuário comum, fazendo os típicos post's com um discurso monocórdico e dando as mesmas respostas da praxe neste estilo de entrevista... mas qual seria a piada nisso? Também sou capaz de ser sério quando há algum motivo para isso, como por exemplo nas competições da Nations ou em jogos importantes do campeonato quando é realmente necessário. Enquanto jogador, eu já não jogo muito Haxball... o único sítio em que consigo ser dos melhores é no Real Soccer (em competições oficiais, porque também gosto de jogar uns mapas de vez em quando) - Big já não jogava à bastante tempo, mas como o @TIAGO precisava de mim voltei e, como o nível do campeonato português não é muito elevado, a minha qualidade de jogo acaba por ser quanto baste. Hoje podemos afirmar que és um dos membros mais antigos do HBPT e dos que acumulou uma maior experiência em todas as vertentes. Como é que conheceste o Haxball? E, já agora, o que te faz continuar a vir ao jogo todos os dias? É verdade. Para quem não sabe, fui o membro nº 17 do primeiro HBPT - na altura vim a convite do @SirPereira quando ele era mais novo também e ainda jogava isto, inclusive numa equipa minha. Devo confessar que não faço a mínima ideia de como descobri o jogo, dado que já foi há bastante tempo. O que me faz continuar a vir aqui é o convívio com o pessoal, que me permite sempre trollar um bocado e ter algumas picardias (umas mais saudáveis que outras). Coisas da vida. No seguimento da questão anterior, é notório que passaste por diversas fases em termos individuais. Posto isto, como é que conseguiste superar alguns insucessos in-game, ban's ou hate que levaste em certas alturas, e nunca te afastares totalmente da comunidade e do próprio jogo? No que se refere a insucessos in-game, acho que é algo que nunca tive - sempre que disputei algo foi para ganhar e quando não ganhei estive sempre perto disso. Agora eu já me afastei um pouco deste nível competitivo (não tenho as exigências do passado). Contudo, corrija-se que já cheguei a deixar o jogo duas ou três vezes durante uns bons períodos de tempo... mas quando voltava era sempre com a mesma mentalidade. Há quem goste e há quem desgoste - pelo menos não me ficam indiferente, que acho que é a pior coisa. Sobre os ban's e o hate é algo normal. Eu antigamente era um user mais incendiário do que sou hoje, e depois também o pessoal que antigamente estava no poder não era provido de um elevado QI (davam castigos injustificados, conjugados com algumas injustiças). Mas lá está, eu era banido do teamspeak e facilmente mudava de IP, continuando a conviver com o pessoal na mesma. Aqui em Portugal até me lembro que me tentaram banir, sem razão nenhuma do Real Soccer, e depois até fizeram umas artimanhas para continuar banido... no fim o que aconteceu? A minha equipa ganhou na mesma. Quais são os teus planos para o futuro dentro do Haxball? Não tenho grandes planos em mente. Neste momento é tentar ganhar o campeonato português e a HCL com os BLACKOUT. No Real Soccer, a WAH já está mais que ganha e, por isso, apareço para fazer uns jogos de vez em quando e conviver com o pessoal. Virando agora a conversa para o plano coletivo, sempre foste um jogador que jogou em redor de um grupo restrito de pessoas. Achas que para que uma equipa tenha conquistas é importante a estabilidade no que diz respeito à constituição do plantel? E, no teu caso, pensas que nos últimos anos os jogadores que compuseram HG e os BLACKOUT foram a chave para o sucesso? Confirmo - nas minhas equipas estão quase sempre as mesmas pessoas. Nos HG rodeei-me basicamente em torno de cinco pessoas: @Perfecionista, @Maradona, Saiyan, @Bot e @Munir. Só dois ou três é que ainda jogam ativamente, mas não são poucas as vezes em que os vês na minha equipa. Por exemplo, o Bot está em Real Soccer nos BLACKOUT, tal como o @Saky que já jogou connosco antes. O Munir já fez parte de inúmeras equipas minhas. Nos BLACKOUT, o TIAGO e o @Duke estão sempre aí, o @Taipa quando joga também é com os BO, etc etc. Em suma, não só é importante como também é mais apelativo jogares com pessoas que já conheças. Agora a chave para o sucesso é ter os melhores. Tendo os melhores estou mais perto de ganhar e nisso as amizades contam pouco. O que adianta sermos todos amigos se depois não jogarmos nada? Claro que é importante, mas o que é mesmo determinante é estares junto de pessoas que possam ganhar. Qual foi a equipa e o jogador que mais te marcou no jogo? E porquê? Não há um jogador que "mais me tenha marcado" comparativamente com outros - se me perguntares o jogador que eu mais gostei de ver jogar foi sem dúvida o @Mark. Quanto à equipa, também não faz grande sentido salientar uma em especial - desde os TBI, HG, BLACKOUT, AJ, Atletico de Sopron, Already Won... considero-as equivalentes, merecendo um destaque igualmente especial na minha carreira haxbolística. Um dos assuntos na ordem do dia é a conquista das Nations de Big (que juntaste à de RS enquanto selecionador nacional). Qual é o segredo destes êxitos internacionais? O segredo é conhecermos os nossos limites, abordando cada competição com a mentalidade adequada. Claro que o objetivo é sempre ganhar. Depois, não se pode entrar com grandes invenções, ou seja, devem-se colocar os melhores em campo e estar rodeado de pessoas com um grande conhecimento do jogo que prontamente te consigam auxiliar em qualquer questão que surja. Todavia, o papel mais preponderante é o dos jogadores, dado que com a sua qualidade conseguem fazer o seu trabalho de uma forma impecável e, na verdade, o mérito é todo deles. Achas que devido aos feitos alcançados, e a toda a tua experiência acumulada, és a pessoa indicada para liderar os próximos desafios da seleção nacional? E, neste âmbito, pensas que podem despertar novas caras no roster de Portugal em ambos os modos? A seleção comigo tem um modelo muito idiossincrático e peculiar (agora se isso faz de mim a pessoa indicada ou não, já não sou eu que o posso dizer) - é algo que deixo sempre a cargo da comunidade... aliás, eu nunca me impus perante os outros, fui a eleições mais do que uma vez. Umas ganhei, outras perdi (na última, por exemplo, nem oponente tive). Nas alturas das convocatórias há sempre críticos: no RS, as críticas vêm de pessoal sem grande qualidade de jogo e que estava quiçá habituado a fazer 0 pontos nas fases de grupos. Este era o estado em que se encontrava a seleção portuguesa antes de eu e o TIAGO chegarmos; em Big (4v4), estávamos habituados a boas prestações, mas há muito tempo que não ganhávamos (felizmente, desta vez conseguimos e o mérito é, como já referi, de todos os jogadores). Quanto a possíveis promessas, basta veres as convocatórias e pré-convocatórias (lembro-me que tu foste uma das pessoas que pré-convoquei e acredito que nunca o tivesses sido antes). O compromisso que faço é o de convocar sempre os melhores. Se são os melhores vão estar convocados... agora isso não quer dizer que não haja sempre oportunidades para outros, mesmo em pré-convocatórias, por exemplo. No RS é igual, se surgir alguém com a qualidade necessária terá a sua oportunidade - exemplificando: um jogador que tenho observado é o @Luc Abalo que se continuar a treinar e a melhorar o seu jogo pode muito bem vir a ser equacionado (o que ainda lhe falta, e a muitos outros, é a experiência de jogar em ligas estrangeiras, com os melhores). Lembro-me que a convocatória do @Zack gerou alguma polémica, mas eu convoquei-o e fá-lo-ia novamente por ser dos poucos jogadores portugueses que joga numa liga internacional... o que não é assim tão fácil. Basta acompanhar o caso dos Storm Wolves esta época na WAH para percebermos isso - inicialmente tinham grandes jogadores que fizeram alguns jogos de qualidade, com o handicap de serem muito poucos... depois foram substituídos por jogadores que não se encontram no nível indicado (apesar de em Portugal serem razoáveis) e quando perderam um jogo contra uma das piores equipas (até com situações de cartão vermelho) acabaram por desistir, sendo a equipa entregue a italianos. O que isto mostra? É completamente imprescindível que os jogadores tenham contacto com ligas internacionais de forma a serem mais competitivos e a estarem minimamente preparados. Apelando ao teu traquejo nestas andanças, que conselhos gostavas de deixar ao HBPT para que conseguisse sustentar-se nos próximos tempos e, quem sabe, voltar a aproximar-se da atividade/competitividade de outros tempos? A meu ver, é surreal voltar ao nível de outros tempos. O Haxball está em decadência e é absolutamente impossível contrariar os ventos da história. No entanto, e desde que a liga FeedMe continue ativa, será sempre possível ir desfrutando deste jogo. O minha inferência sobre esta temática é muito simples: o último grande resquício de vida deste jogo é de ainda haver uma liga internacional com duas divisões e com uma qualidade basta elevada. A recente mudança para HTML5 também pode servir de ajuda, devido à enorme paleta de novas funcionalidades que trouxe. Já agora, sugiro também que acabe a aversão ao estrangeiro, dado que o que fazem esses jogadores é aumentar o nível e os números do HBPT. Outro factor importante é referente à média de idades que é cada vez mais reduzida, e isso não abona muito a favor da comunidade - basta ver os chamados "novos membros" que têm aparecido todos os dias, em que a a faixa etária ronda os 12 anos. E agora eu pergunto-me, embora não fosse minha intenção falar disto nesta entrevista: fazem parte da academia, estando a ser alegadamente instruídos... mas já viram algum deles pelo teamspeak ou a postarem alguma coisa no HBPT sem ser nas apresentações? O que adianta a estas pessoas criarem contas no fórum se depois não usufruem disso mesmo e não se integram na comunidade? Eu pessoalmente nunca os vi nas plataformas que o HBPT disponibiliza. Que mensagem final gostavas de deixar aos leitores do Jornal HBPT? Gostaria apenas de agradecer pela entrevista e de desejar boa sorte a todos no seu futuro. Cumprimentos. @Modrić
  4. No passeio da fama com @MiguelWinkel Quem é o JOHN RAMBO? Ou seja, como te defines enquanto jogador e pessoa dentro da nossa comunidade? É uma personagem de cinema interpretada pelo mítico Sylvester Stallone. Agora falando num tom mais sério, sou um membro como qualquer outro que opta por ter uma postura mais troll dentro da comunidade (porque no final de contas quem vem aqui é para se divertir). Eu podia ser o usuário comum, fazendo os típicos post's com um discurso monocórdico e dando as mesmas respostas da praxe neste estilo de entrevista... mas qual seria a piada nisso? Também sou capaz de ser sério quando há algum motivo para isso, como por exemplo nas competições da Nations ou em jogos importantes do campeonato quando é realmente necessário. Enquanto jogador, eu já não jogo muito Haxball... o único sítio em que consigo ser dos melhores é no Real Soccer (em competições oficiais, porque também gosto de jogar uns mapas de vez em quando) - Big já não jogava à bastante tempo, mas como o @TIAGO precisava de mim voltei e, como o nível do campeonato português não é muito elevado, a minha qualidade de jogo acaba por ser quanto baste. Hoje podemos afirmar que és um dos membros mais antigos do HBPT e dos que acumulou uma maior experiência em todas as vertentes. Como é que conheceste o Haxball? E, já agora, o que te faz continuar a vir ao jogo todos os dias? É verdade. Para quem não sabe, fui o membro nº 17 do primeiro HBPT - na altura vim a convite do @SirPereira quando ele era mais novo também e ainda jogava isto, inclusive numa equipa minha. Devo confessar que não faço a mínima ideia de como descobri o jogo, dado que já foi há bastante tempo. O que me faz continuar a vir aqui é o convívio com o pessoal, que me permite sempre trollar um bocado e ter algumas picardias (umas mais saudáveis que outras). Coisas da vida. No seguimento da questão anterior, é notório que passaste por diversas fases em termos individuais. Posto isto, como é que conseguiste superar alguns insucessos in-game, ban's ou hate que levaste em certas alturas, e nunca te afastares totalmente da comunidade e do próprio jogo? No que se refere a insucessos in-game, acho que é algo que nunca tive - sempre que disputei algo foi para ganhar e quando não ganhei estive sempre perto disso. Agora eu já me afastei um pouco deste nível competitivo (não tenho as exigências do passado). Contudo, corrija-se que já cheguei a deixar o jogo duas ou três vezes durante uns bons períodos de tempo... mas quando voltava era sempre com a mesma mentalidade. Há quem goste e há quem desgoste - pelo menos não me ficam indiferente, que acho que é a pior coisa. Sobre os ban's e o hate é algo normal. Eu antigamente era um user mais incendiário do que sou hoje, e depois também o pessoal que antigamente estava no poder não era provido de um elevado QI (davam castigos injustificados, conjugados com algumas injustiças). Mas lá está, eu era banido do teamspeak e facilmente mudava de IP, continuando a conviver com o pessoal na mesma. Aqui em Portugal até me lembro que me tentaram banir, sem razão nenhuma do Real Soccer, e depois até fizeram umas artimanhas para continuar banido... no fim o que aconteceu? A minha equipa ganhou na mesma. Quais são os teus planos para o futuro dentro do Haxball? Não tenho grandes planos em mente. Neste momento é tentar ganhar o campeonato português e a HCL com os BLACKOUT. No Real Soccer, a WAH já está mais que ganha e, por isso, apareço para fazer uns jogos de vez em quando e conviver com o pessoal. Virando agora a conversa para o plano coletivo, sempre foste um jogador que jogou em redor de um grupo restrito de pessoas. Achas que para que uma equipa tenha conquistas é importante a estabilidade no que diz respeito à constituição do plantel? E, no teu caso, pensas que nos últimos anos os jogadores que compuseram HG e os BLACKOUT foram a chave para o sucesso? Confirmo - nas minhas equipas estão quase sempre as mesmas pessoas. Nos HG rodeei-me basicamente em torno de cinco pessoas: @Perfecionista, @Maradona, Saiyan, @Bot e @Munir. Só dois ou três é que ainda jogam ativamente, mas não são poucas as vezes em que os vês na minha equipa. Por exemplo, o Bot está em Real Soccer nos BLACKOUT, tal como o @Saky que já jogou connosco antes. O Munir já fez parte de inúmeras equipas minhas. Nos BLACKOUT, o TIAGO e o @Duke estão sempre aí, o @Taipa quando joga também é com os BO, etc etc. Em suma, não só é importante como também é mais apelativo jogares com pessoas que já conheças. Agora a chave para o sucesso é ter os melhores. Tendo os melhores estou mais perto de ganhar e nisso as amizades contam pouco. O que adianta sermos todos amigos se depois não jogarmos nada? Claro que é importante, mas o que é mesmo determinante é estares junto de pessoas que possam ganhar. Qual foi a equipa e o jogador que mais te marcou no jogo? E porquê? Não há um jogador que "mais me tenha marcado" comparativamente com outros - se me perguntares o jogador que eu mais gostei de ver jogar foi sem dúvida o @Mark. Quanto à equipa, também não faz grande sentido salientar uma em especial - desde os TBI, HG, BLACKOUT, AJ, Atletico de Sopron, Already Won... considero-as equivalentes, merecendo um destaque igualmente especial na minha carreira haxbolística. Um dos assuntos na ordem do dia é a conquista das Nations de Big (que juntaste à de RS enquanto selecionador nacional). Qual é o segredo destes êxitos internacionais? O segredo é conhecermos os nossos limites, abordando cada competição com a mentalidade adequada. Claro que o objetivo é sempre ganhar. Depois, não se pode entrar com grandes invenções, ou seja, devem-se colocar os melhores em campo e estar rodeado de pessoas com um grande conhecimento do jogo que prontamente te consigam auxiliar em qualquer questão que surja. Todavia, o papel mais preponderante é o dos jogadores, dado que com a sua qualidade conseguem fazer o seu trabalho de uma forma impecável e, na verdade, o mérito é todo deles. Achas que devido aos feitos alcançados, e a toda a tua experiência acumulada, és a pessoa indicada para liderar os próximos desafios da seleção nacional? E, neste âmbito, pensas que podem despertar novas caras no roster de Portugal em ambos os modos? A seleção comigo tem um modelo muito idiossincrático e peculiar (agora se isso faz de mim a pessoa indicada ou não, já não sou eu que o posso dizer) - é algo que deixo sempre a cargo da comunidade... aliás, eu nunca me impus perante os outros, fui a eleições mais do que uma vez. Umas ganhei, outras perdi (na última, por exemplo, nem oponente tive). Nas alturas das convocatórias há sempre críticos: no RS, as críticas vêm de pessoal sem grande qualidade de jogo e que estava quiçá habituado a fazer 0 pontos nas fases de grupos. Este era o estado em que se encontrava a seleção portuguesa antes de eu e o TIAGO chegarmos; em Big (4v4), estávamos habituados a boas prestações, mas há muito tempo que não ganhávamos (felizmente, desta vez conseguimos e o mérito é, como já referi, de todos os jogadores). Quanto a possíveis promessas, basta veres as convocatórias e pré-convocatórias (lembro-me que tu foste uma das pessoas que pré-convoquei e acredito que nunca o tivesses sido antes). O compromisso que faço é o de convocar sempre os melhores. Se são os melhores vão estar convocados... agora isso não quer dizer que não haja sempre oportunidades para outros, mesmo em pré-convocatórias, por exemplo. No RS é igual, se surgir alguém com a qualidade necessária terá a sua oportunidade - exemplificando: um jogador que tenho observado é o @Luc Abalo que se continuar a treinar e a melhorar o seu jogo pode muito bem vir a ser equacionado (o que ainda lhe falta, e a muitos outros, é a experiência de jogar em ligas estrangeiras, com os melhores). Lembro-me que a convocatória do @Zack gerou alguma polémica, mas eu convoquei-o e fá-lo-ia novamente por ser dos poucos jogadores portugueses que joga numa liga internacional... o que não é assim tão fácil. Basta acompanhar o caso dos Storm Wolves esta época na WAH para percebermos isso - inicialmente tinham grandes jogadores que fizeram alguns jogos de qualidade, com o handicap de serem muito poucos... depois foram substituídos por jogadores que não se encontram no nível indicado (apesar de em Portugal serem razoáveis) e quando perderam um jogo contra uma das piores equipas (até com situações de cartão vermelho) acabaram por desistir, sendo a equipa entregue a italianos. O que isto mostra? É completamente imprescindível que os jogadores tenham contacto com ligas internacionais de forma a serem mais competitivos e a estarem minimamente preparados. Apelando ao teu traquejo nestas andanças, que conselhos gostavas de deixar ao HBPT para que conseguisse sustentar-se nos próximos tempos e, quem sabe, voltar a aproximar-se da atividade/competitividade de outros tempos? A meu ver, é surreal voltar ao nível de outros tempos. O Haxball está em decadência e é absolutamente impossível contrariar os ventos da história. No entanto, e desde que a liga FeedMe continue ativa, será sempre possível ir desfrutando deste jogo. O minha inferência sobre esta temática é muito simples: o último grande resquício de vida deste jogo é de ainda haver uma liga internacional com duas divisões e com uma qualidade basta elevada. A recente mudança para HTML5 também pode servir de ajuda, devido à enorme paleta de novas funcionalidades que trouxe. Já agora, sugiro também que acabe a aversão ao estrangeiro, dado que o que fazem esses jogadores é aumentar o nível e os números do HBPT. Outro factor importante é referente à média de idades que é cada vez mais reduzida, e isso não abona muito a favor da comunidade - basta ver os chamados "novos membros" que têm aparecido todos os dias, em que a a faixa etária ronda os 12 anos. E agora eu pergunto-me, embora não fosse minha intenção falar disto nesta entrevista: fazem parte da academia, estando a ser alegadamente instruídos... mas já viram algum deles pelo teamspeak ou a postarem alguma coisa no HBPT sem ser nas apresentações? O que adianta a estas pessoas criarem contas no fórum se depois não usufruem disso mesmo e não se integram na comunidade? Eu pessoalmente nunca os vi nas plataformas que o HBPT disponibiliza. Que mensagem final gostavas de deixar aos leitores do Jornal HBPT? Gostaria apenas de agradecer pela entrevista e de desejar boa sorte a todos no seu futuro. Cumprimentos. @Modrić Veja ompleto
  5. Neve.

    VAMOS MENCIONAR O GON

    41 denúncias na caixa de mensagens. Desejos de um bom trabalho @STAFF HBPT! 😄 Mas sim, este tipo de tópicos são completamente escusados. *Lixo informático ftw*
  6. Neve.

    Jornal - HaxQuiz

    " Atualmente achas que estás dentro do lote dos cinco melhores jogadores em Portugal? Sendo muito sincero, acho que não. Para mim, atualmente o melhor jogador em Portugal é, sem dúvidas, o Saky, seguindo-se o wassup. O resto dos jogadores que se encontram dentro de um "top 10" é muito equivalente. Na minha opinião, penso que sou o sétimo/oitavo melhor jogador português ainda em prática, ou seja, a jogar com regularidade. " [EXCLUSIVO] O balanço do capitão do triplete: Anseio por Títulos & Análise Global, disponível em: Nota: Estou a brincar contigo @irvi! 😅
  7. Neve.

    Jornal - HaxQuiz

    @TemplleGoku e @olheiras Passar pelo Passado Quem é o jogador com mais golos marcados em provas oficiais? TemplleGoku - Arrisco no @Tortogol. olheiras - @Mauro7 (Lembro-me que o Mauro7 marcava sempre uma quantidade absurda de golos no antigo HBPT, especialmente quando jogava na LH). Em quantas equipas de Big o @-Renatooo. já pertenceu desde a sua entrada na comunidade? TemplleGoku - Cinco (EC, HIT, HC, WAR e EC). olheiras - Quatro. Qual foi a equipa que obteve o maior número de derrotas numa SuperLiga? TemplleGoku - Penso que esse recorde possa mesmo pertencer aos PPF em 4vs4, uma vez que eles chegaram a descer algumas vezes de divisão (todavia, foram uma das melhores equipas de todos os tempos no 3vs3). olheiras - Talvez os k1nG. Que equipa venceu a 1ª liga de Real Soccer no HBPT? TemplleGoku - Desde a criação do RS em Portugal, que penso ter sido na mygame, os primeiros vencedores foram os HG do @MiguelWinkel. olheiras - Neste HBPT foram os BLACKOUT (penso que no antigo HBPT não se chegou a ter o RS como competição oficial). Olhar para o Presente No vosso ponto de vista, qual é o jogador que reúne as melhores características em termos do jogo, e que por isso hoje deve ser considerado o melhor jogador do HBPT? TemplleGoku - Há vários jogadores que merecem ser destacados como os melhores jogadores da comunidade, e que provavelmente serão dos melhores de todos os tempos. Vou referir três nomes, pois acho que não conseguiria dar um apenas: @Pringles, @wassup e @Saky (acho que não preciso de justificar as minhas escolhas...). olheiras - Não sei se o Pringles ainda participa nas competições portuguesas, caso participe é ele a minha escolha. Se hoje pudessem atribuir o prémio "Fair-Play", a que equipa seria? E porquê? TemplleGoku - EA, simplesmente por serem uma equipa que não arranja problemas com ninguém e que nunca entram em conflitos. Aliás, acho que nunca existiram confusões com esta equipa e demonstram sempre bastante fairplay pelos adversários. olheiras - DJ, isto porque se não ganharmos esse prémio não ganhamos mais nada... Dando agora um foco especial às draft's, como fariam para que estas tivessem mais efeitos positivos na comunidade? Isto inclui aspetos como a diversificação dos mapas, ter ou não uma periodicidade fixa (com datas e horas marcadas previamente) ou incluir prémios para os vencedores (exemplo: award's temporários no ts3 ou a criação de um site onde se pudessem visualizar o histórico destes torneios). TemplleGoku - Eu enquanto fui moderador dei sempre bastantes sugestões para tentarmos aumentar a competitividade e fui perguntando aos membros sobre os seus pontos de vista relativos a este tipo de matérias (algumas das minhas ideias foram sugeridas já na questão). Os drafter's têm previamente de ter uma ideia se podem fazer draft ou não - vêm um dia que possam, fazem uma votação com tempo no fórum, ou avisam que vai haver draft dia x, às horas y. Isto para que o pessoal tente ir. Como é óbvio, o drafter deverá sempre escolher uma hora e um dia que tenha aderência. Eu fui uma das pessoas que sugeriu que houvesse um secção de troféus no HBPT para quem ganhasse draft's. Agora uma ideia ainda melhor (que me foi dada pelo @Berg) é de que se deveriam realizar-se mais FunCup's, sendo que teriam de ser realizadas no próprio dia e o vencedor ganharia uma award no fórum. olheiras - As draft's têm um potencial limitado, dado que hoje há cada vez menos pessoas na comunidade e consequentemente no teamspeak, sendo que são ainda menos aqueles que jogam Haxball à noite sem ser para oficiais e preparação dos mesmos. Posto isto, será sempre difícil fazer draft's com regularidade e que tenham um bom número de participantes... contudo, penso que um bom planeamento das draft's (realização aos fins-de-semana ou sextas, a horas onde o afluxo de pessoas seja maior) pode fazer com que as mesmas possam ter um sucesso relativamente bom. Por fim, acho que award's e históricos sejam dispensáveis, pois poucos jogam competitivamente e com o intuito de aparecer em estatísticas destes torneios. Visionar o Futuro Quem será o melhor assistente desta SuperLiga? TemplleGoku - @wassup. olheiras - @fgz. Quais serão as equipas com menos golos sofridos nas ligas de Big e RS respetivamente? TemplleGoku - Em Big diria os EA. No RS apostava nos BA. olheiras - Respetivamente, K1KAS e BLACKOUT. O HBPT conseguirá voltar a ter novamente duas divisões ativas e competitivas no modo Big 4vs4? TemplleGoku - A minha resposta instintiva aponta para um sim, mas isso será possível se tivermos equipas suficientes - 16 equipas seria um bom número, pois teríamos oito numa 1ª liga e outras oito na 2ª divisão. Contudo, e enquanto houver @Pablo Aimar na moderação, não consigo prever grandes progressos na comunidade. olheiras - A curto prazo duvido muito, porque a tendência infelizmente é para que haja cada vez menos equipas (não contando com esta fornada de jogadores novos que apareceram do nada... não sei no que vai dar). Porém, dependendo do trabalho realizado pelo STAFF e do empenho dos membros em manter a comunidade viva, acredito que num futuro possa voltar a haver uma segunda liga, sim. E assim se conclui mais uma crónica do jogo mais cativante do HBPT! Bastantes opiniões foram reveladas e muitos conhecimentos tentaram ser passados... mas no final impõe-se uma pergunta, ou seja, quem terá saído por cima deste duelo? Deixem os vossos pontos de vista sobre cada tópico nos comentários. Vemo-nos num próximo confronto.
  8. Neve.

    Escola/Universidade | Duvidas|

    Tu dizes tanta merda de uma vez só que uma pessoa até fica estúpida. 1. Lamento desiludir-te, mas o teu português é uma merda por completo (não direciones tudo para a gramática). 2. Gostava que me explicasses essas médias que fazes no 3° ciclo (fiquei extremamente curioso). 3. Esta comunidade tem por base o divertimento e o convívio entre as pessoas. Se queres ajuda para a escola, procuras um explicador (e na volta arranjavas também um educador). 4. Quem é o autista que vem tirar dúvidas sobre a escola para uma comunidade de Haxball? 5. Falas tanto que a comunidade é uma porcaria, que ias deixar o jogo, que o Haxball está morto, etc... mas no final das contas és dos gajos mais ativos no fórum. Acho que já nem vale a pena dar-te mais conselhos. És um caso perdido.
  9. " Alguma formação portuguesa conseguiu conquistar uma competição internacional? Em caso afirmativo, qual ou quais? Yos - Sim, os EC conquistaram a 5ª e 6ª edições da HCL 3vs3. Pringles - Sim, os EC venceram duas CL's 3vs3. " HaxQuiz - Mostra as tuas valências (HBPT), disponível em:
  10. Neve.

    Apostas Desportivas

    O campeonato é uma prova de regularidade e consistência. Já vi inúmeras equipas a terem arranques fulgurantes e depois a perderem força... é preciso ter calma e pensar jogo a jogo (não fazer como fizeste, apontando logo para o título - quem pensa assim pouco sucesso terá). Contudo, é verdade que o Liverpool está a praticar um bom futebol e com efeitos práticos, mas também tem adversários à altura, sendo que na Premier League qualquer equipa pode tirar pontos aos ''grandes''. Sobre o jogo de hoje, o Chelsea até já sabe o que é ganhar ao Liverpool esta época...
  11. Neve.

    Apostas Desportivas

    É o primeiro ano que vês a liga inglesa? Dizer que a liga mais competitiva do mundo pode estar resolvida à 7ª jornada é de quem não percebe nada disto... Já pareces os outros que se auto-intitulam como "campeões de setembro" e que no final das contas o desfecho é sempre o mesmo.
  12. ReignInPower - UMA SAUDADE PERDURÁVEL O Haxball torna-se especial quando conseguimos aliar os bons momentos que o jogo nos proporciona com as pessoas com quem criamos laços especiais. De facto, os RIP são um dos exemplos mais evidentes deste tipo de conduta. Para além de terem conseguido lidar com todas as fases em que a equipa mergulhou, também sobressaíram pela coesão que existia no grupo - o que veio a revelar os Reign In Power como uma das equipas que mais duradouras na comunidade. Apesar de contarem com poucas conquistas oficiais, esta formação conseguiu ter inúmeros jogadores que se revelaram de enorme qualidade, apresentado sempre um jogo com ideias positivas. Eram claramente uma equipa de SuperLiga. Posto isto, destacamos alguns jogadores que se mostraram preponderantes em diferentes vertentes, ou seja: ao nível da liderança Tiagocm, davemustaine ou Footaaniii; pela durabilidade no projeto Coca, Koto ou Element; pela qualidade individual wassup, Dennis ou Perfecionista. Note-se que todos os membros terão sido importantes em períodos diferentes, mas a equipa do Jornal decidiu seleccionar aqueles que na sua opinião tiveram uma influência mais significativa nas áreas mencionadas. Deste modo, damos lugar a uma entrevista exclusiva com uma das estandartes dos RIP, isto é, um jogador que foi um exemplo para todos e que demonstrou bem o seu valor dentro e fora de campo. Sem mais a acrescentar, passamos à conversa com @Element.  Entrevistador - Olá Element. Recordas-te de como surgiu esta equipa mítica no HBPT? Conta-nos um pouco do surgimento dos RIP, destacando as pessoas fulcrais para a fundação da equipa. Element - Os RIP surgiram no final do ano de 2011 (salvo erro) através dos dois fundadores que foram também capitães de equipa durante largos anos, isto é, daveMustaine e Tiagocm. Outros jogadores foram também importantes nessa primeira fase da equipa, formando o primeiro e verdadeiro "núcleo" da equipa: falo de pessoas como o Sammer, point, Pro, Windek, neru, Mark Landers e Slash (posso estar a esquecer-me de alguém mas já lá vão 6 ou 7 anos... não é fácil). Um pouco mais tarde, entrei eu para a equipa dos Reign In Power, quase ao mesmo tempo que uma das pessoas que também se viria a tornar fundamental para a equipa: Footaaniii. Posteriormente, grande parte dos jogadores desse primeiro plantel abandonou o jogo ou trocou de equipa, sendo naturalmente substituídos por outros; no entanto, todos os mencionados acima foram extremamente importantes no que toca à génese dos RIP. Entrevistador - Vocês sempre se diferenciaram pelo espírito interno que envolvia todos os membros. Até que medida esse foi um ponto chave para a estabilidade, e posterior durabilidade dos RIP? Element - A união que existia nos RIP é, sem qualquer tipo de dúvida, o aspeto mais importante da minha longa estadia na equipa. A vontade de vencer todos os jogos em que participávamos existia, como é natural, mas nunca foi a maior prioridade. O convívio entre todos os membros dos RIP era excecional, com longas noitadas no antigo xat e no TeamSpeak a jogar ou simplesmente a conversar sobre todo o tipo de assuntos. Os RIP deixaram a sua marca em praticamente todos os jogadores que passaram pela equipa precisamente por isso: sempre fomos mais do que uma equipa que aparecia para realizar uns oficiais e jogar Haxball. Longas conversas, diversão no jogo (e até noutros), brincadeiras entre os jogadores e o companheirismo que existia no seio dos Reign In Power foram a sua grande imagem de marca. Obviamente, tudo isto permitiu que os RIP tivessem uma base fortíssima e, consequentemente, uma grande longevidade. Entrevistador - Percebeu-se que a dada altura alguns elementos tiveram de seguir a sua vida pessoal e que o grupo foi-se dispersando lentamente. Foi mesmo isso que ocorreu ou existe algo escondido por detrás do pano? Element - Numa primeira fase, o grupo dispersou-se graças à saída do davemustaine da equipa, após alguns desentendimentos com o Tiagocm e com o resto do plantel. O davemustaine criou uma nova equipa na altura, os IP, e alguns jogadores dos RIP seguiram-no (eu incluído). O núcleo dos RIP mudou bastante, entrando vários jogadores dos antigos SAY na equipa: Coca, SirPereira e Koto foram alguns dos mais importantes para esta "segunda fase" da equipa. Depois disso, e com vários jogadores a entrar e sair (eu regressei passados alguns meses), a equipa foi perdendo alguma da sua força. Com a posterior saída do Tiagocm, do Footaaniii e de outros que também abandonaram por motivos pessoais ou porque se fartaram do jogo, decidiu-se colocar um ponto final na estadia dos Reign In Power pela comunidade portuguesa de Haxball. Entrevistador - As relações que estabeleceram uns com os outros foi tão evidente que até aos dias de hoje ainda mantêm alguns contactos para comunicarem. Nestas condições, pode-se acreditar que um dia voltarão aos grandes palcos? Element - Os RIP não vão regressar. Foi uma história bonita e que me marcou imenso, mas todas as histórias bonitas têm um fim. Agora, nunca faria sentido os RIP existirem sem jogadores como o Tiagocm, por exemplo. Por isso mesmo, os ex-RIP que se mantiveram pelo jogo (eu, wassup , andresantos, Lightning, Koto e Kra) e em conjunto com o RASHID (que nunca foi RIP mas que se dava muito bem connosco), formaram os FSK, terminando assim a ligação aos RIP. Uma equipa que muitas vezes era confundida com os RIP (muitos se referiam aos FSK no fórum como "RIP" ou "FSK/RIP"), mas que não era os RIP. Nunca foi nossa intenção, na altura, continuar com o projeto Reign In Power e não era agora que isso ia acontecer, devido ao que descrevi acima e também porque todos os ex-RIP e ex-FSK têm uma vida pessoal muito mais preenchida do que há uns anos atrás - agora a trabalhar ou na universidade. Entrevistador - Para finalizar, o que te apraz dizer sobre os Reign In Power? Ou seja, o que te vem à cabeça quando te lembras daqueles tempos e de tudo o que passaste naquele conjunto? Element - Guardo momentos incríveis que nunca esquecerei. Uma equipa que infelizmente nunca ganhou uma SuperLiga, mas que andou lá perto e que se dava muito bem contra as equipas teoricamente mais fortes da época. Foi onde aprendi a defender verdadeiramente, com autênticos autocarros estacionados à frente da baliza em jogos contra equipas fortíssimas (como EC e FAMILIA), e foi também onde evoluí imenso como jogador, atingindo um patamar mais elevado no que toca à qualidade individual. No entanto, nada disso é o mais importante. A união e a força dos RIP estendia-se bem para além das quatro linhas, formando-se amizades que até hoje mantenho e que só existem porque os RIP nos juntaram. Uma equipa que sempre valorizou imenso o convívio e que me fez conhecer a minha verdadeira "família" no que toca ao Haxball. Por tudo isto, estarei eternamente grato a todos os que contribuíram para a bela experiência que vivi durante os vários anos enquanto jogador dos Reign In Power. Para finalizar, o nosso lema: The united strength is stronger! Como é que os antigos membros caracterizam globalmente os RIP? @Koto - "A minha convivência nos RIP pode ser resumida por um vídeo sobejamente conhecido da equipa, quando compilámos alguns momentos e fizemos na altura uma homenagem ao Tiagocm que tinha deixado o jogo. Muitos podem pensar que foi algo "lamechas", mas a ideia por detrás do vídeo resume aquilo que éramos na altura. Éramos pessoas com personalidades tão distintas mas que, através de um jogo, se uniram e criaram amizades que três ou quatro anos depois ainda duram (em alguns casos mais). O pessoal mais "antigo" da comunidade sabe que os RIP eram uma equipa odiada no seu início, com vários problemas com o HBPT e respetiva administração - nessa época eu próprio tinha várias divergências com pessoas com quem hoje me dou muito bem e tive o gosto de conhecer. Cheguei mesmo a ter problemas com o Footaaniii, Tiagocm ou com o Element... hoje em dia são das pessoas com quem melhor me dou vindas do Haxball, o que vai de encontro ao que já disse: todos com personalidades distintas, mas naquele grupo convergíamos e criámos uma união que perdura. Ao nível da jogo foi o que se sabe: épocas interessantes e outras miseráveis. Éramos um pouco de extremos, ou seja, íamos de temporadas a andar na luta pelo título, a outras a tentar safar de uma despromoção na época seguinte. Éramos de luas, influenciados pela qualidade individual disponível na altura. Em suma, tínhamos equipas de momento: quando as coisas corriam bem, ia tudo à frente; quando corriam mal qualquer "mija na escada" nos dificultava a vida. Penso que estive nos RIP um ano e meio (sem contar com o tempo em que já me dava com a equipa quase diariamente)... como deves imaginar dá para muitas histórias, conversas e momentos inesquecíveis." @wassup - "Éramos um grupo com uma união de aço, de onde levei muitos amigos. O nosso foco principal não eram os resultados, mas sim o convívio e jogar com uma diversão ímpar que envolvia os RIP. O excelente ambiente aliado às brincadeiras constantes traduzia-se no relvado porque tínhamos entre todos um bom entendimento. Por fim, acrescento que os jogadores que provavelmente mais se destacaram em termos de jogo tenham sido mesmo eu e o Element. Todavia, em termos de marcas na comunidade referiria pessoas como Tiagocm, SirPereira, Koto ou Footaaniii - todos eles foram administradores e certamente marcaram uma geração no Haxball." @SirPereira - "Acima de tudo foi de longe a melhor equipa por onde alguma vez passei. Entrei com o Koto e mais tarde entrou o Coca - dois jogadores que já conhecia e com quem jogava há imenso tempo. Foi o melhor que podia ter acontecido, pois encontrei as pessoas que mais gosto tive em conhecer nesta comunidade. Pessoas fantásticas como o Tiagocm, o Footaaniii, master, velho, Draco ou Lightning. Cheguei claro, a ter outros colegas, mas a ligação nunca foi tão forte. Na minha opinião, a chave do sucesso da equipa foi a amizade e a promiscuidade desenvolvida entre os jogadores (ainda há pouco tempo publicaste um artigo que falava exatamente disso). A dicotomia Haxball/vida real, traduziu-se basicamente num impacto que um pequeno jogo como este acabou por nos trazer. Ou seja, para muitos acaba por ser um ponto de libertação onde te integras num grupo de pessoas e com eles desabafas e te divertes... eventualmente, chegas a conhecê-los pessoalmente e até ficam amigos in real life (como é o meu caso com o Coca e com mais meia dúzia de utilizadores do fórum). Em suma, os Reign In Power tinham essa magia, dado que o jogo acabou por ser algo acessório e a equipa movia-se unicamente em torno das pessoas. Como equipa, o objetivo sempre foi atingir a melhor classificação possível (engane-se quem pense que os jogos eram levados 100% a sério e focados). Era absolutamente normal o Tiagocm se desmanchar a rir quando eu, sem me aperceber, começava a subir o GK no 4vs4, porque estava a olhar para a jogada do ataque e distraía-me (assim sofríamos golo ou fazia uma fantástica defesa). Voltaria atrás para rever estas peripécias sem pensar duas vezes, uma vez que foram momentos muito marcantes. Até sempre Reign In Power!"
  13. ReignInPower - UMA SAUDADE PERDURÁVEL O Haxball torna-se especial quando conseguimos aliar os bons momentos que o jogo nos proporciona com as pessoas com quem criamos laços especiais. De facto, os RIP são um dos exemplos mais evidentes deste tipo de conduta. Para além de terem conseguido lidar com todas as fases em que a equipa mergulhou, também sobressaíram pela coesão que existia no grupo - o que veio a revelar os Reign In Power como uma das equipas que mais duradouras na comunidade. Apesar de contarem com poucas conquistas oficiais, esta formação conseguiu ter inúmeros jogadores que se revelaram de enorme qualidade, apresentado sempre um jogo com ideias positivas. Eram claramente uma equipa de SuperLiga. Posto isto, destacamos alguns jogadores que se mostraram preponderantes em diferentes vertentes, ou seja: ao nível da liderança Tiagocm, davemustaine ou Footaaniii; pela durabilidade no projeto Coca, Koto ou Element; pela qualidade individual wassup, Dennis ou Perfecionista. Note-se que todos os membros terão sido importantes em períodos diferentes, mas a equipa do Jornal decidiu seleccionar aqueles que na sua opinião tiveram uma influência mais significativa nas áreas mencionadas. Deste modo, damos lugar a uma entrevista exclusiva com uma das estandartes dos RIP, isto é, um jogador que foi um exemplo para todos e que demonstrou bem o seu valor dentro e fora de campo. Sem mais a acrescentar, passamos à conversa com @Element.  Entrevistador - Olá Element. Recordas-te de como surgiu esta equipa mítica no HBPT? Conta-nos um pouco do surgimento dos RIP, destacando as pessoas fulcrais para a fundação da equipa. Element - Os RIP surgiram no final do ano de 2011 (salvo erro) através dos dois fundadores que foram também capitães de equipa durante largos anos, isto é, daveMustaine e Tiagocm. Outros jogadores foram também importantes nessa primeira fase da equipa, formando o primeiro e verdadeiro "núcleo" da equipa: falo de pessoas como o Sammer, point, Pro, Windek, neru, Mark Landers e Slash (posso estar a esquecer-me de alguém mas já lá vão 6 ou 7 anos... não é fácil). Um pouco mais tarde, entrei eu para a equipa dos Reign In Power, quase ao mesmo tempo que uma das pessoas que também se viria a tornar fundamental para a equipa: Footaaniii. Posteriormente, grande parte dos jogadores desse primeiro plantel abandonou o jogo ou trocou de equipa, sendo naturalmente substituídos por outros; no entanto, todos os mencionados acima foram extremamente importantes no que toca à génese dos RIP. Entrevistador - Vocês sempre se diferenciaram pelo espírito interno que envolvia todos os membros. Até que medida esse foi um ponto chave para a estabilidade, e posterior durabilidade dos RIP? Element - A união que existia nos RIP é, sem qualquer tipo de dúvida, o aspeto mais importante da minha longa estadia na equipa. A vontade de vencer todos os jogos em que participávamos existia, como é natural, mas nunca foi a maior prioridade. O convívio entre todos os membros dos RIP era excecional, com longas noitadas no antigo xat e no TeamSpeak a jogar ou simplesmente a conversar sobre todo o tipo de assuntos. Os RIP deixaram a sua marca em praticamente todos os jogadores que passaram pela equipa precisamente por isso: sempre fomos mais do que uma equipa que aparecia para realizar uns oficiais e jogar Haxball. Longas conversas, diversão no jogo (e até noutros), brincadeiras entre os jogadores e o companheirismo que existia no seio dos Reign In Power foram a sua grande imagem de marca. Obviamente, tudo isto permitiu que os RIP tivessem uma base fortíssima e, consequentemente, uma grande longevidade. Entrevistador - Percebeu-se que a dada altura alguns elementos tiveram de seguir a sua vida pessoal e que o grupo foi-se dispersando lentamente. Foi mesmo isso que ocorreu ou existe algo escondido por detrás do pano? Element - Numa primeira fase, o grupo dispersou-se graças à saída do davemustaine da equipa, após alguns desentendimentos com o Tiagocm e com o resto do plantel. O davemustaine criou uma nova equipa na altura, os IP, e alguns jogadores dos RIP seguiram-no (eu incluído). O núcleo dos RIP mudou bastante, entrando vários jogadores dos antigos SAY na equipa: Coca, SirPereira e Koto foram alguns dos mais importantes para esta "segunda fase" da equipa. Depois disso, e com vários jogadores a entrar e sair (eu regressei passados alguns meses), a equipa foi perdendo alguma da sua força. Com a posterior saída do Tiagocm, do Footaaniii e de outros que também abandonaram por motivos pessoais ou porque se fartaram do jogo, decidiu-se colocar um ponto final na estadia dos Reign In Power pela comunidade portuguesa de Haxball. Entrevistador - As relações que estabeleceram uns com os outros foi tão evidente que até aos dias de hoje ainda mantêm alguns contactos para comunicarem. Nestas condições, pode-se acreditar que um dia voltarão aos grandes palcos? Element - Os RIP não vão regressar. Foi uma história bonita e que me marcou imenso, mas todas as histórias bonitas têm um fim. Agora, nunca faria sentido os RIP existirem sem jogadores como o Tiagocm, por exemplo. Por isso mesmo, os ex-RIP que se mantiveram pelo jogo (eu, wassup , andresantos, Lightning, Koto e Kra) e em conjunto com o RASHID (que nunca foi RIP mas que se dava muito bem connosco), formaram os FSK, terminando assim a ligação aos RIP. Uma equipa que muitas vezes era confundida com os RIP (muitos se referiam aos FSK no fórum como "RIP" ou "FSK/RIP"), mas que não era os RIP. Nunca foi nossa intenção, na altura, continuar com o projeto Reign In Power e não era agora que isso ia acontecer, devido ao que descrevi acima e também porque todos os ex-RIP e ex-FSK têm uma vida pessoal muito mais preenchida do que há uns anos atrás - agora a trabalhar ou na universidade. Entrevistador - Para finalizar, o que te apraz dizer sobre os Reign In Power? Ou seja, o que te vem à cabeça quando te lembras daqueles tempos e de tudo o que passaste naquele conjunto? Element - Guardo momentos incríveis que nunca esquecerei. Uma equipa que infelizmente nunca ganhou uma SuperLiga, mas que andou lá perto e que se dava muito bem contra as equipas teoricamente mais fortes da época. Foi onde aprendi a defender verdadeiramente, com autênticos autocarros estacionados à frente da baliza em jogos contra equipas fortíssimas (como EC e FAMILIA), e foi também onde evoluí imenso como jogador, atingindo um patamar mais elevado no que toca à qualidade individual. No entanto, nada disso é o mais importante. A união e a força dos RIP estendia-se bem para além das quatro linhas, formando-se amizades que até hoje mantenho e que só existem porque os RIP nos juntaram. Uma equipa que sempre valorizou imenso o convívio e que me fez conhecer a minha verdadeira "família" no que toca ao Haxball. Por tudo isto, estarei eternamente grato a todos os que contribuíram para a bela experiência que vivi durante os vários anos enquanto jogador dos Reign In Power. Para finalizar, o nosso lema: The united strength is stronger! Como é que os antigos membros caracterizam globalmente os RIP? @Koto - "A minha convivência nos RIP pode ser resumida por um vídeo sobejamente conhecido da equipa, quando compilámos alguns momentos e fizemos na altura uma homenagem ao Tiagocm que tinha deixado o jogo. Muitos podem pensar que foi algo "lamechas", mas a ideia por detrás do vídeo resume aquilo que éramos na altura. Éramos pessoas com personalidades tão distintas mas que, através de um jogo, se uniram e criaram amizades que três ou quatro anos depois ainda duram (em alguns casos mais). O pessoal mais "antigo" da comunidade sabe que os RIP eram uma equipa odiada no seu início, com vários problemas com o HBPT e respetiva administração - nessa época eu próprio tinha várias divergências com pessoas com quem hoje me dou muito bem e tive o gosto de conhecer. Cheguei mesmo a ter problemas com o Footaaniii, Tiagocm ou com o Element... hoje em dia são das pessoas com quem melhor me dou vindas do Haxball, o que vai de encontro ao que já disse: todos com personalidades distintas, mas naquele grupo convergíamos e criámos uma união que perdura. Ao nível da jogo foi o que se sabe: épocas interessantes e outras miseráveis. Éramos um pouco de extremos, ou seja, íamos de temporadas a andar na luta pelo título, a outras a tentar safar de uma despromoção na época seguinte. Éramos de luas, influenciados pela qualidade individual disponível na altura. Em suma, tínhamos equipas de momento: quando as coisas corriam bem, ia tudo à frente; quando corriam mal qualquer "mija na escada" nos dificultava a vida. Penso que estive nos RIP um ano e meio (sem contar com o tempo em que já me dava com a equipa quase diariamente)... como deves imaginar dá para muitas histórias, conversas e momentos inesquecíveis." @wassup - "Éramos um grupo com uma união de aço, de onde levei muitos amigos. O nosso foco principal não eram os resultados, mas sim o convívio e jogar com uma diversão ímpar que envolvia os RIP. O excelente ambiente aliado às brincadeiras constantes traduzia-se no relvado porque tínhamos entre todos um bom entendimento. Por fim, acrescento que os jogadores que provavelmente mais se destacaram em termos de jogo tenham sido mesmo eu e o Element. Todavia, em termos de marcas na comunidade referiria pessoas como Tiagocm, SirPereira, Koto ou Footaaniii - todos eles foram administradores e certamente marcaram uma geração no Haxball." @SirPereira - "Acima de tudo foi de longe a melhor equipa por onde alguma vez passei. Entrei com o Koto e mais tarde entrou o Coca - dois jogadores que já conhecia e com quem jogava há imenso tempo. Foi o melhor que podia ter acontecido, pois encontrei as pessoas que mais gosto tive em conhecer nesta comunidade. Pessoas fantásticas como o Tiagocm, o Footaaniii, master, velho, Draco ou Lightning. Cheguei claro, a ter outros colegas, mas a ligação nunca foi tão forte. Na minha opinião, a chave do sucesso da equipa foi a amizade e a promiscuidade desenvolvida entre os jogadores (ainda há pouco tempo publicaste um artigo que falava exatamente disso). A dicotomia Haxball/vida real, traduziu-se basicamente num impacto que um pequeno jogo como este acabou por nos trazer. Ou seja, para muitos acaba por ser um ponto de libertação onde te integras num grupo de pessoas e com eles desabafas e te divertes... eventualmente, chegas a conhecê-los pessoalmente e até ficam amigos in real life (como é o meu caso com o Coca e com mais meia dúzia de utilizadores do fórum). Em suma, os Reign In Power tinham essa magia, dado que o jogo acabou por ser algo acessório e a equipa movia-se unicamente em torno das pessoas. Como equipa, o objetivo sempre foi atingir a melhor classificação possível (engane-se quem pense que os jogos eram levados 100% a sério e focados). Era absolutamente normal o Tiagocm se desmanchar a rir quando eu, sem me aperceber, começava a subir o GK no 4vs4, porque estava a olhar para a jogada do ataque e distraía-me (assim sofríamos golo ou fazia uma fantástica defesa). Voltaria atrás para rever estas peripécias sem pensar duas vezes, uma vez que foram momentos muito marcantes. Até sempre Reign In Power!" Veja ompleto
  14. Neve.

    [Discussão Geral] Playoff HCL

    As equipas que irão disputar a HCL também já estão praticamente definidas. Mas os LAFC estarão disponíveis hoje para realizar o jogo em falta. @MiguelWinkel
  15. "O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia - só o que está morto não muda" "A necessidade é a mãe da inovação" Desde sempre que a comunidade contou com torneios amistosos que serviam ou para preparar as equipas e os jogadores para as competições oficiais ou para puro entretenimento. Porém, hoje verifica-se que a afluência não é a de outrora, sendo que muitas pessoas olham de lado para estas provas por pensarem que são apenas ''mais uma forma de passar tempo''. A questão é simples: serão as competições amigáveis boas para gerar mais atividade ou apenas traduzem entulho no HBPT? Recentemente o @rg! pegou neste tema e decidiu dar um rumo diferente ao estado de coisas. Para além de procurar alertar as pessoas para as vantagens destas competições, também pretende cativar os jogadores com um novo site onde podemos visualizar estatísticas de vencedores, rankings e muito mais! São este tipo de iniciativas que se desejam e que dão alma à comunidade, uma vez que tratam-se de ideias para o HBPT, ou seja, para o nosso crescimento enquanto agregado haxbolístico. DEPOIMENTO O que te levou a ir em frente com esta iniciativa? rg! - Antes de mais queria deixar agradecimento especial por dedicares uma página do jornal somente a este tópico - é curioso ir vendo como, de forma crescente, a atividade no fórum e na comunidade haxbolística portuguesa vai contrariando as previsões (indo nós já a meio de setembro) - e, sem dúvida, que a equipa do jornal tem grande mérito. A ideia da criação de um sítio onde pudessem estar registadas as cup's, advém, primordialmente, do convívio que quase todas as noites acontece no TeamSpeaker do HBPT. Isto acontece porque o Haxball já há muito que é mais do que treinar e jogar o "oficial". Claro que temos uma primeira fase da noite em que treinamos internamente no mapa big. No entanto, quando chega perto das 23 horas, já não se fala em big... joga-se um pouco de tudo, abrindo-se o channel em que nos encontramos para qualquer um que se queira juntar. Fazemos torneios de Space, Strong, 4 Lane, Cops and Robbers, CurveFever, entre outros! É curioso de ver que atualmente, quando abrimos o channel, e mando mensagens privadas à "malta do costume" para se juntar, num espaço de 30 segundos já apresentamos uma quantidade significativa de membros. Juntam-se e deixamos de ser "o jogador dos COP", "o jogador dos MB", "o jogador dos BO", entre outros, e passamos a ser a malta que simplesmente se quer divertir. Sendo que isto já acontece à várias noites, surgiu entre conversas e muita animação a ideia de "e se fizéssemos mesmo um torneio disto?" - algo mandado para o ar, mas no qual decidi dar continuidade. Paralelamente a isto, temos várias cup's a decorrer, e vejo o pessoal bastante motivado e animado. Assim, decidi criar uma plataforma onde pudesse ser feita referência e dar valor a algo que até hoje ainda não foi muito explorado: as competições amigáveis! "E se, de repente, pudesses ser campeão?". É esta a pergunta que foi o motor impulsionador. A ideia de apurar campeões: "O rei do ténis", "O rei do strongball, (...), e que o mesmo pudesse ser desafiado. A ideia de termos campeões em título a defenderem o seu estatuto num determinado mapa parece-me uma forma bastante apelativa de encarar as competições deste tipo. E melhor, podem consultar o palmarés sempre que quiserem. Todos nós gostamos da história de algo - porque não criar a história dos campeões das competições amigáveis? E, sendo-me permitida a publicidade, está tudo bem explicado no site por mim criado e a que convido todos visitarem (https://haxball-pt-competicoes-amigaveis7.webnode.pt/)! Quais são as vantagens de termos regularmente competições amigáveis? rg! - Se forem bem exploradas e diversificadas, as competições amigáveis ajudam a "desanuviar" a cabeça do já habitual mapa big. Paralelamente, poderão trazer novos membros à comunidade, uma vez que existem imensos deles espalhados pelas salas públicas, que são bons em certos mapas e que poderão assim sentir-se motivados a criar uma cup. Porque não pensar nas competições amigáveis como um possível primeiro passo de entrada para novos membros? Em que medida a existência de um site com o palmarés das provas pode incutir mais interesse aos jogadores? rg! - Todos nós gostamos de competição! Todos nós gostamos de ganhar! Ora, imaginem primeiro a existência de uma cup "só porque sim", de um mapa sobre o qual nem tenho muito interesse... dificilmente vou optar por me inscrever. Agora, imaginem uma cup com um mapa que por acaso nem aprecio muito, mas que caso ganhe, poderei entrar no palmarés... não me dará isto uma maior motivação para a inscrição no torneio? E não só! Inclusive, fará com que os jogadores que se inscrevem "só porque sim", e que depois demonstram alguma displicência, estejam focados durante os jogos (apesar de ser um mapa "que não gostam nada", vão se esforçar na procura incansável de ganhar). Para concluir, apelo mais uma vez que visitem o site - estou certo de que ficarão motivados a ver o vosso nome lá! Um muito obrigado, @Neve., por dares destaque a algo em prol do Haxball português. Grande abraço a todos e estarei sempre disponível para qualquer partilha de ideias! DECLARAÇÕES ANÓNIMAS "Os torneios amigáveis têm muitas vantagens... por exemplo, mantêm as pessoas ativas no teamspeak na procura dos adversários ou mesmo o facto de terem o poder de divertir o pessoal. Contudo, vejo alguns senãos nisto, que se baseiam muito no facto de não se dar a devida atenção às competições - o que leva alguns membros a não concluírem as provas como deve ser. O rg teve uma boa iniciativa, dado que o propósito dele foi de motivar as pessoas a treinarem para terem o seu nome num historial bastante apelativo - parece-me uma boa forma de manter o HBPT mais vivo." "Na minha opinião, as competições amigáveis são essenciais para a comunidade, isto é, se forem bem organizadas... fazem com que haja uma maior ligação ao jogo, ajudando a trazer competitividade enquanto as competições oficiais não começam. À semelhança do que acontece no futebol com as taças de pré-época, estas competições amigáveis ajudam as equipas a estarem preparadas para as provas oficiais. Quanto às competições de mapas random, não tenho uma opinião formulada, pois não gosto destes formatos. Iniciativas como as do rg contribuem, e muito, para o interesse nestas competições por parte da comunidade. Uma sugestão interessante (para um bom organizador deste tipo de competições) seria a criação de uma competição de pré-época - à semelhança das que referi no futebol - atribuindo à equipa vencedora o prémio ‘’Taça de Pré-Época, X - Época’’ - isto faria com que a época se expandisse por uma semana (aproximadamente) e ajudaria a equipa do Jornal HBPT a fazer as suas previsões da época, baseando-se apenas nas jogadas existentes nesta competição para criar os vídeos de previsões da temporada!" CARTOON