Neve.

Jornal HBPT
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  1. Neve.

    Real Soccer - O pulmão da comunidade.

    Ainda conseguiste arranjar um comentário mais despropositado afinal. Para já, o Lisbon não se sentiu ofendido pelo comentário (não me relatou nada nem denunciou). Depois, não sabemos (nem eu tenho o poder mágico de adivinhar) se este tinha ou não alguma relação com o DemoN pelo ts3 da comunidade. Por fim, se queres comparar isso ao que o RAMBO fez ao Kuro... quer dizer, não é? Tapar os olhos para o que se quer, não é o indicado. Mas curioso que a revolução só existiu quando o RAMBO foi silenciado. Quando outros foram silenciados por infringir as regras, já o alarido foi substancialmente menor. Tomar atitudes diferentes em função de um ou outro membro é complicado.
  2. Neve.

    Real Soccer - O pulmão da comunidade.

    Distorcer o passado também é bonito. O máximo que consegues arranjar sobre o DemoNLogiC no período em que estive no STAFF é isto: http://prntscr.com/ltmuwv. Passo a explicar (para os menos capacitados): O irvi foi o primeiro a mandar uma provocação escusada ao membro em questão, quando nem fazia parte da picardia... o DemoN que fez? Respondeu na mesma moeda, sem entrar em insultos claros e evidentes. Quem de de seguida acabou por falar da ''mãe'' foi mesmo o irvi como é facilmente constatável no tópico: Antes disto, tinha tido uma conversa por privado com o irvi a explicar-lhe que ele tinha começado as provocações e que a punir teriam de ser ambos. Após ter-lhe esclarecido tudo direitinho, ele decidiu ignorar as minhas palavras e continuou a ''puxar'' pelo DemoNLogiC no tópico. Neste caso em particular, acabei por apenas ficar pelas palavras, porque quer um quer outro estavam a fazer off-topic com provocações à mistura - como um bom ditador faz, ou seja, chama à atenção os membros para que não continuem com o clima tóxico. Mas acho piada sentires-te todo ofendido pelo RAMBO, quando o mesmo estava literalmente à semanas a ser stalker do Kuro. Quer dizer, achas bonito que dia após dia tenhas sempre a mesma pessoa a chamar nomes à outra, usando expressões como ''doente'', ''inpeto'',''devia estar internado'',''só debitas merda'', etc... (sim, a lista é longa). Sendo assim, parece que é permitido andar aí a perseguir membros em específico que não nos acontece nada (se a tua lógica ainda se mantiver). Notícia do dia: o stalk é permitido no HBPT! Mas gosto do termo ridículo, dado que se aplica perfeitamente nisto que vou dizer: Ridículo é fingir que se está chateado com uma pessoa (a ''gota de água'' para teres saído do STAFF foi uma discussão entre o diaseguinte e o DemoN, onde o primeiro exigia que o outro fosse punido, e tu decides punir os dois - e bem, a meu ver), quando semanas a seguir se volta para a comunidade a trabalhar junto da mesma. H-I-P-O-C-R-I-S-I-A [Acho piada] Quando houve aquele inquérito à comunidade a perguntar sobre a postura do STAFF, mandei uma mensagem por privado ao @SirPereira a perguntar como deveria ser daqui para a frente (estava disposto a alterar a minha postura, caso essa fosse a deliberação dos meus superiores). O tempo passou e nem uma resposta cheguei a receber... mas quando o 'chorão' é silenciado por estar a dar um stalk nítido noutro membro, já o Pereira arranjou disponibilidade para chamar outras pessoas para ocuparem de imediato o cargo de moderador e serem esses a expulsarem-me por uma tal ''incompatibilidade''. Ainda hoje contínuo à espera daquela resposta. Mas visto hoje, não me queixo. Assim, tenho mais tempo para a minha vida pessoal e para ver de fora a incoerência e a falsidade dos outros. [Acho ainda mais piada] Quando dizes que estou aqui para atacar. Estás farto de me apontar o dedo com indiretas e falsas acusações (como um bom moderador) e eu depois não posso dar a minha opinião sobre os assuntos? Para além de incoerente gostas de te fazer de vítima. Eu não comento qualquer coisa, mas como o assunto aqui é o REAL SOCCER, modalidade que eu aprecio e que me faz continuar a vir aqui com assiduidade (a mim e a mais de metade da comunidade), acho que qualquer um que esteja por dentro da coisa esteja legitimado a deixar a sua perspetiva sobre a temática.
  3. Neve.

    Real Soccer - O pulmão da comunidade.

    Estas incoerências partem-me todo. Indo agora um pouco em defesa dos BA: quando alguns dos seus jogadores levaram DDoS contra os LAFC (no jogo para a liga), ninguém quis saber e os mesmos acabaram por aceitar o resultado do jogo, porque mesmo sem o Anbov e o fallen - penso que foram os que na altura estavam a ser afetados - os BA jogaram, pois tinham mais jogadores para terminar o encontro. Aliás, relembro que dessa vez apenas estavam na room os LAFC, os BA, os dois organizadores e o JOHN RAMBO (que curiosamente me tinha pedido para ver o jogo com um nick fake). Engraçado que quando o 'chorão' é o @MiguelWinkel, a administração já decide intervir (já não é a primeira vez que quando se trata deste membro demonstram ter uma postura diferente em relação aos demais). O problema é que dás um estatuto especial a certos membros, quando todos deviam ser tratados de igual forma. Apesar de tudo, os BLACKOUT podiam ter interrompido o jogo, podiam ter tirado print's ilustrativos ou podiam até mostrar provas do sucedido, acusando os culpados. A verdade é que estes limitam-se a mandar palpites sem nada que evidencie que tenha sido membro X ou Y. Eu também posso chegar aqui e dizer que possa ter sido alguém que estava no channel dos BO a mandar alguns abaixo, porque o jogo estava-lhes a correr mal e assim arranjavam confusão... vale tanto como a tese do RAMBO (tanto eu como ele não temos provas de nada). Retomando agora a situação dos BA, os BLACKOUT continuaram a jogar, porque tinham jogadores (diga-se: "os melhores da Europa" + o RAMBO e mesmo assim perderam - dentro de campo). Eu sei que deve ser complicado lidar com duas eliminações seguidas, mas temos que saber perder e saber ganhar (coisa que o 'chorão' não sabe). Em suma, provem o que dizem como deve ser. Por exemplo, não é fazer como o RAMBO que no final do jogo (e após alguns insultos - sim, arranjem a rec para também constatar isto) decidiu acusar-me de ter dado DDoS, quando nunca o fiz, não tenho IP's de ninguém, estive o jogo todo em campo e a dar instruções ao @NIK pelo ts3... conclusão: o desespero é grande. Na próxima época corre melhor - vamos ter fé BO.
  4. Neve.

    Jornal - HaxQuiz

    @Luc Abalo e @limaestorgado Passar pelo Passado Em que ano surgiram competições oficiais 4vs4 na comunidade? limaestorgado - 2013. Luc Abalo - 2015. Qual foi a equipa de Big que mais tempo investiu na sua equipa secundária, lançando diversos jogadores novos? limaestorgado - COP. Luc Abalo - k1nG. Qual foi equipa no HBPT onde o @Pringles permaneceu mais tempo? limaestorgado - WAR. Luc Abalo - WAR. Qual é a equipa com mais troféus arrecadados no RS em Portugal? limaestorgado - <7. Luc Abalo - B4. Olhar para o Presente Acham que a comunidade ainda tem capacidade para conseguir integrar novos membros? limaestorgado - Nem por isso. As únicas equipas que vi na comunidade a trazer novos jogadores para cá nos últimos tempos foram os RBD e os THC - são equipas que deram oportunidade aos novos e tentaram integrá-los da melhor forma no HBPT, e isso é de louvar. Nas restantes equipas ainda ativas é notório que predominam jogadores mais ''old school''. Luc Abalo - Sobre esse tema, considero que o mesmo já foi debatido tantas e tantas vezes na comunidade (tendo até sido criada uma academia HBPT, liderada atualmente pelo @Castillejo, que mesmo antes de se tornar instrutor conseguiu trazer novos jogadores para a comunidade) que penso que não haja grande coisa a acrescentar. Hoje, dá-me a entender que a academia esteja um pouco inativa (o que prejudica o crescimento da comunidade ao nível da agregação de novos membros). Mas como podem ver, é possível trazer novos membros para a comunidade... só que não é fácil porque para os integrar no HBPT é preciso que alguém seja capaz de ensinar e ter paciência (algo que é difícil de encontrar nos membros mais experientes e outros recorrentes desta comunidade). Se pudessem atribuir o prémio de ''jogador revelação'' a que jogador seria? E porquê? limaestorgado - Provavelmente, atribuiria esta distinção ao @Platão. A verdade é que o rapaz teve de aturar uma equipa difícil, onde toda a gente sabia que o salah não era uma pessoa propriamente fácil de lidar... apesar de todos os momentos menos bons que os RBD tiveram na época, este jovem nunca desistiu da equipa e mostrou ser peça essencial dentro e fora do campo. Luc Abalo - Na minha opinião, seria o @Tomás Mateus porque é um jogador que eu incentivei a continuar a jogar Haxball. Estamos a falar de um jogador que só jogava em room's públicas e que atualmente joga pelos DJ em Big (como podem ver a integração de novos membros na comunidade é possível!). Em suma, acredito que seja um jogador que possa vir a crescer ainda mais. O que é que o Jornal HBPT podia melhorar? E o que devemos manter de bom? limaestorgado - O Jornal HBPT tem feito excelentes trabalhos, gerando ainda alguma atividade na comunidade. Porém, acho que deviam focar-se em arranjar novos jornalistas para outras áreas menos aprofundadas, tais como a do Real Soccer. Luc Abalo - Sinceramente é a primeira vez que vejo um Jornal HBPT tão ativo e tão bem dinamizado na comunidade. De momento, não consigo apontar qualquer falha no mesmo. Sobre o que devem manter de bom: o tipo de temas que vão abordando que, de facto, são mesmo muito importantes e que servem (alguns deles) para refletir não só sobre a situação atual da comunidade, bem como de tudo o que se vai passando nos campeonatos. Por outro lado, é sempre bom falar do passado histórico das equipas e dos campeonatos de modo a que os mesmos sirvam de referência para o presente e que os novos membros possam ver um pouco do "museu do HBPT" - talvez estes se inspirem afim de um dia, quem sabe, vir a falar-se neles. Visionar o Futuro Qual será a equipa mais dominante nos próximos tempos em Big? limaestorgado - BO. Luc Abalo - BO. Tendo em conta os dados até ao momento, quem poderá ser considerado o melhor jogador da liga de RS? limaestorgado - @Fallen0. Luc Abalo - @Bot. Avaliando todos os modos de jogo competitivos, que equipa tem mais hipóteses de surpreender a curto prazo? limaestorgado - HP. Luc Abalo - RW.
  5. A ideia deste tipo de artigos é unicamente contar com um testemunho de um membro que tenha sido importante na caminhada da equipa em questão (aliás, foi assim em todos os textos anteriores deste tipo, excepto no dos HAI devido a uma conjuntura muito particular). Neste caso, de entre todos os membros mais significativos, apenas consegui entrar em contacto com o cromado, que diga-se que cumpria os requisitos pretendidos. Para além disto, tenho a acrescentar um dado importante que ainda dá mais força ao contexto em que o artigo foi elaborado: o antigo GK da equipa comunicou com outros membros dos PPF (entre eles o Ptm) para averiguarem se existia um consenso nas palavras proferidas pelo entrevistado. Em suma, podemos dizer que temos um testemunho geral dos antigos PPF que apenas se materializou nas palavras do cromado.
  6. Neve.

    Awards Haxball

    Taça de Portugal de RS - 3ª época @NIK @Neve. @Tornatter @Tukk @Rowe @VFC (apesar de ter saído da equipa, ainda chegou a disputar o 1º jogo vs MHC)
  7. PatadaPraFrente - O ESPELHO DA CONSISTÊNCIA Novo mês e mais uma crónica sobre uma equipa mítica do Haxball português! Desta feita, falamos de uma formação que se demarcou principalmente pela consistência e maturidade que demonstravam em cada jogo - este atributo valeu-lhes títulos a nível nacional, algumas qualificações para competições internacionais e um respeito total por parte da restante comunidade. De facto, os Patada Pra Frente foram talvez a equipa mais experiente que já passou pelo HBPT. E, como qualquer equipa que se preze, também contavam com jogadores importantes que passavam os valores da equipa - entre eles contam-se: Ptm (capitão e principal fundador do projeto), Tomasz, ALA, Luuk De Jong, cromado, Folha, eko, R3V0LU710N ou rg. Após anos de existência, os PPF intercalaram entre Liga de Honra e SuperLiga, sendo que no seu auge conquistaram troféus dignos de destaque, afirmando-se como uma das melhores equipas de Portugal (nomeadamente no modo 3vs3). Posto isto, de seguida apresentam-se os troféus ganhos a nível nacional: 🏆 12ª época - Liga de Honra 3v3; 🏆 21ª época - SuperLiga 3v3 & Taça de Portugal 3v3; 🏆 Liga Aspirina - 19ª versão; Para limar todas as arestas em torno dos PPF, a equipa do Jornal HBPT procurou e conseguiu chegar ao contacto com o cromado, umas das figuras mais marcantes da equipa. Deixamo-vos agora com o seu testemunho.  Entrevistador - Antes de mais nada, queria agradecer-te pela colaboração neste artigo. Ora, como é recordas todos os tempos que viveste dentro dos PPF? Ou seja, quais são os pontos que destacas como mais positivos e os mais negativos? cromado - Eu é que tenho de agradecer por ainda se lembrarem de uma equipa que deu muito à comunidade. É com todo o gosto que falo, tentando expressar da melhor forma os pensamentos que nos eram transcendentes, em nome de todos os jogadores que passaram por esta fantástica equipa. Os PPF foram uma equipa criada com o intuito de divertir, conviver e competir com as outras equipas de alto gabarito. Como pontos positivos, destaco o divertimento sem registos de desavenças, e o facto de estarmos sempre à procura de melhorar o nosso estilo de jogo para tentarmos chegar a um nível cada vez mais sólido. Negativamente, era a parte das derrotas... quando perdíamos e sabíamos que era um jogo ao nosso alcance ficávamos frustrados, mas mesmo assim tínhamos a capacidade de erguer a cabeça e focar-nos no jogo seguinte. Entrevistador - Era fácil conviverem praticamente sempre com o mesmo núcleo duro de jogadores? E, neste sentido, achas que esta vossa característica foi um aspeto que contribuiu significativamente para a vossa longevidade ou, por outro lado, sentem alguma mágoa de não terem tido mais pessoas na equipa? cromado - Foram 4 anos de convivência sempre com as mesmas pessoas. Sabíamos praticamente tudo uns dos outros. Recordo-me que muitas vezes chegávamos às 7 da tarde e ficávamos à conversa até às altas horas da noite - éramos uma verdadeira família. Todavia, diga-se que chegaram a entrar muitas pessoas e saíram outras... no balanço final, tentamos sempre concentrar as pessoas que mais tocaram no coração. Não nos desfazendo de jogadores, mas tentamos fazer um grupo unido - se questionarmos as pessoas sobre jogadores que passaram pelos PPF, as respostas irão sempre rondar as mesmas pessoas, porque foram aquelas que mais marcaram a equipa. Entrevistador - Quais eram as características principais dos PPF? cromado - Em campo, o nosso maior trunfo era o contra-ataque. Treinávamos e fazíamos bastantes jogos para chegar à perfeição... com isto, conseguimos ter uma linha de jogo que começou a dar frutos e, como tal, começamos a adoptar essa postura até ao final do projeto. Em termos de ambiente com os adversários, respeitámos sempre todos nas vitórias e derrotas, isto é, nunca faltamos ao respeito a ninguém. Fomos uma equipa a seguir em questão de fair play. Entrevistador - Caso se alinhe a disponibilidade dos jogadores com a motivação necessária para a prática do jogo, existe a possibilidade de um regresso da equipa a médio prazo? cromado - Apesar do contacto já não ser tão mais intenso como era dantes, já houve uma ou outra conversa onde colocámos uma possibilidade de voltarmos. A verdade é que comunidade está diferente, e do que temos visto, não se apresentam melhorias desde que deixámos de jogar. Mas isto não quer dizer que não possamos regressar - quem sabe se um dia não iremos voltar ao jogo. Entrevistador - Em tom de conclusão, que palavras finais gostavas de deixar sobre esta equipa histórica, e até que ponto vocês podem ser considerados um exemplo para a atual geração? cromado - Podemos não ter sido a equipa com mais títulos e tudo o resto que outras alcançaram, mas olhando para trás fico feliz por nunca termos mudado a nossa identidade. Tivemos o sonho de chegar o mais longe possível na HCL, onde apenas caímos nos quartos de final (apesar dos títulos a nível nacional, acho que este feito foi o auge da nossa aventura). Por isso, e para quem vai começar a jogar ou para quem já joga, gostava de deixar um conselho: tentem ser persistentes que um dia vão chegar lá. Os PPF nunca desistiram, e saímos de cabeça erguida pelo trajeto exemplar que conseguimos fazer. Como é que a comunidade definia os PPF em poucas palavras? @Braga - "Os PPF fazem parte do lote de equipas existentes na altura em que eu comecei a jogar Haxball. Lembro-me que eles no 4vs4 nunca se conseguiram destacar muito, mas no 3vs3 transfiguravam-se pois era aquela competição em que realmente se davam bem, e, por sinal, eram das melhores equipas a nível nacional (mesmo com formações como EC, FAMILIA, WAR, ...). Assim de cabeça, lembro-me do Ptm e o Folha - dois dos bons jogadores que compunham o plantel." @k0z - "Os PPF eram uma equipa que embora não parecesse muito ativa, davam a entender que se conheciam todos bastante bem. Tinham uma química apreciável, e eram aquela equipa que mesmo que às vezes os resultados não fossem positivos, sabíamos que voltavam sempre com aquela estabilidade característica." @CRM - "Acho que era uma equipa que tinha um bom ambiente e que até jogavam muito bem juntos. Gostaria que um dia voltassem."
  8. PatadaPraFrente - O ESPELHO DA CONSISTÊNCIA Novo mês e mais uma crónica sobre uma equipa mítica do Haxball português! Desta feita, falamos de uma formação que se demarcou principalmente pela consistência e maturidade que demonstravam em cada jogo - este atributo valeu-lhes títulos a nível nacional, algumas qualificações para competições internacionais e um respeito total por parte da restante comunidade. De facto, os Patada Pra Frente foram talvez a equipa mais experiente que já passou pelo HBPT. E, como qualquer equipa que se preze, também contavam com jogadores importantes que passavam os valores da equipa - entre eles contam-se: Ptm (capitão e principal fundador do projeto), Tomasz, ALA, Luuk De Jong, cromado, Folha, eko, R3V0LU710N ou rg. Após anos de existência, os PPF intercalaram entre Liga de Honra e SuperLiga, sendo que no seu auge conquistaram troféus dignos de destaque, afirmando-se como uma das melhores equipas de Portugal (nomeadamente no modo 3vs3). Posto isto, de seguida apresentam-se os troféus ganhos a nível nacional: 🏆 12ª época - Liga de Honra 3v3; 🏆 21ª época - SuperLiga 3v3 & Taça de Portugal 3v3; 🏆 Liga Aspirina - 19ª versão; Para limar todas as arestas em torno dos PPF, a equipa do Jornal HBPT procurou e conseguiu chegar ao contacto com o cromado, umas das figuras mais marcantes da equipa. Deixamo-vos agora com o seu testemunho.  Entrevistador - Antes de mais nada, queria agradecer-te pela colaboração neste artigo. Ora, como é recordas todos os tempos que viveste dentro dos PPF? Ou seja, quais são os pontos que destacas como mais positivos e os mais negativos? cromado - Eu é que tenho de agradecer por ainda se lembrarem de uma equipa que deu muito à comunidade. É com todo o gosto que falo, tentando expressar da melhor forma os pensamentos que nos eram transcendentes, em nome de todos os jogadores que passaram por esta fantástica equipa. Os PPF foram uma equipa criada com o intuito de divertir, conviver e competir com as outras equipas de alto gabarito. Como pontos positivos, destaco o divertimento sem registos de desavenças, e o facto de estarmos sempre à procura de melhorar o nosso estilo de jogo para tentarmos chegar a um nível cada vez mais sólido. Negativamente, era a parte das derrotas... quando perdíamos e sabíamos que era um jogo ao nosso alcance ficávamos frustrados, mas mesmo assim tínhamos a capacidade de erguer a cabeça e focar-nos no jogo seguinte. Entrevistador - Era fácil conviverem praticamente sempre com o mesmo núcleo duro de jogadores? E, neste sentido, achas que esta vossa característica foi um aspeto que contribuiu significativamente para a vossa longevidade ou, por outro lado, sentem alguma mágoa de não terem tido mais pessoas na equipa? cromado - Foram 4 anos de convivência sempre com as mesmas pessoas. Sabíamos praticamente tudo uns dos outros. Recordo-me que muitas vezes chegávamos às 7 da tarde e ficávamos à conversa até às altas horas da noite - éramos uma verdadeira família. Todavia, diga-se que chegaram a entrar muitas pessoas e saíram outras... no balanço final, tentamos sempre concentrar as pessoas que mais tocaram no coração. Não nos desfazendo de jogadores, mas tentamos fazer um grupo unido - se questionarmos as pessoas sobre jogadores que passaram pelos PPF, as respostas irão sempre rondar as mesmas pessoas, porque foram aquelas que mais marcaram a equipa. Entrevistador - Quais eram as características principais dos PPF? cromado - Em campo, o nosso maior trunfo era o contra-ataque. Treinávamos e fazíamos bastantes jogos para chegar à perfeição... com isto, conseguimos ter uma linha de jogo que começou a dar frutos e, como tal, começamos a adoptar essa postura até ao final do projeto. Em termos de ambiente com os adversários, respeitámos sempre todos nas vitórias e derrotas, isto é, nunca faltamos ao respeito a ninguém. Fomos uma equipa a seguir em questão de fair play. Entrevistador - Caso se alinhe a disponibilidade dos jogadores com a motivação necessária para a prática do jogo, existe a possibilidade de um regresso da equipa a médio prazo? cromado - Apesar do contacto já não ser tão mais intenso como era dantes, já houve uma ou outra conversa onde colocámos uma possibilidade de voltarmos. A verdade é que comunidade está diferente, e do que temos visto, não se apresentam melhorias desde que deixámos de jogar. Mas isto não quer dizer que não possamos regressar - quem sabe se um dia não iremos voltar ao jogo. Entrevistador - Em tom de conclusão, que palavras finais gostavas de deixar sobre esta equipa histórica, e até que ponto vocês podem ser considerados um exemplo para a atual geração? cromado - Podemos não ter sido a equipa com mais títulos e tudo o resto que outras alcançaram, mas olhando para trás fico feliz por nunca termos mudado a nossa identidade. Tivemos o sonho de chegar o mais longe possível na HCL, onde apenas caímos nos quartos de final (apesar dos títulos a nível nacional, acho que este feito foi o auge da nossa aventura). Por isso, e para quem vai começar a jogar ou para quem já joga, gostava de deixar um conselho: tentem ser persistentes que um dia vão chegar lá. Os PPF nunca desistiram, e saímos de cabeça erguida pelo trajeto exemplar que conseguimos fazer. Como é que a comunidade definia os PPF em poucas palavras? @Braga - "Os PPF fazem parte do lote de equipas existentes na altura em que eu comecei a jogar Haxball. Lembro-me que eles no 4vs4 nunca se conseguiram destacar muito, mas no 3vs3 transfiguravam-se pois era aquela competição em que realmente se davam bem, e, por sinal, eram das melhores equipas a nível nacional (mesmo com formações como EC, FAMILIA, WAR, ...). Assim de cabeça, lembro-me do Ptm e o Folha - dois dos bons jogadores que compunham o plantel." @k0z - "Os PPF eram uma equipa que embora não parecesse muito ativa, davam a entender que se conheciam todos bastante bem. Tinham uma química apreciável, e eram aquela equipa que mesmo que às vezes os resultados não fossem positivos, sabíamos que voltavam sempre com aquela estabilidade característica." @CRM - "Acho que era uma equipa que tinha um bom ambiente e que até jogavam muito bem juntos. Gostaria que um dia voltassem." Veja Lompleto
  9. Neve.

    E agora?

    Com a progressiva conclusão das competições da época atual, é altura de começar a olhar para o futuro na tentativa de perspetivar os próximos tempos. Para além dos costumes habituais, torna-se quase imprescindível ter uma visão mais ampla sobre as temáticas que se podem abordar. Assim sendo, a equipa do Jornal HBPT decidiu fazer um escrutínio mais incisivo sobre dois aspetos importantíssimos e que por vezes passam ao lado das cogitações de todos, ou seja: divulgação e integração. Estamos completamente satisfeitos com a situação atual? Será que temos condições para progredir? O que é que cada um pode fazer pela comunidade? DIVULGAR O QUE TEMOS PARA OFERECER Hoje em dia vivemos numa sociedade digital, onde muito facilmente podemos fazer publicidade a qualquer produto ou plataforma. Como é perceptível, o HBPT sempre foi um espaço criado para quem tivesse a oportunidade de conhecê-lo... mas e se fosse ao contrário? E se fossemos nós a puxar pelo tão denominado ''sangue novo''? De seguida apresentamos os meios mais evidentes que podiam ser aproveitamos para divulgar a nossa comunidade: O sítio mais nítido para por em prática o que se pretende, seria evidentemente no próprio jogo. Como todos sabem, no Haxball há dezenas de jogadores lusitanos que apenas usufruem das room's públicas: uns por não quererem ingressar em comunidades, outros por não terem tempo para competições e outros por terem um completo desconhecimento do que temos. São precisamente estes últimos que devemos aproveitar, procurando fixá-los na comunidade. Recentemente, já tivemos alguns casos bem sucedidos, mas obviamente que o proveito podia ser bem melhor se fizéssemos um procura mais profunda e se utilizássemos os meios à nossa disposição (bot's & conversas frontais com os jogadores). A maior parte do trabalho está aqui, no Haxball. Uma plataforma que atualmente tem uma enorme visibilidade é a Twitch. Fazer stream de jogos importantes ou tentar cativar novas almas com livestream's periódicas devem ser pontos a ter em conta, pois estas não só têm a capacidade de projetar o que realmente temos para dar, como também têm o dom de conseguir expressar qualidades de uma forma mais cristalina. De facto, a melhor maneira de estarmos perto do público alvo são nos momentos em que podemos interagir quase de forma direta com os viewers. A chave disto, assim como de tudo na vida, seria a dedicação e o tempo... não é fácil, mas cremos que seja possível. Fechando este capítulo da divulgação, falamos por último do YouTube. Ter um canal ativo e tentar fazer ''parcerias'' com outros youtuber's podia ser algo interessante porque teria a capacidade de atrair gente devido ao conteúdo diferente que podíamos criar - jogo extremamente fácil de aprender; diversas variações de mapas, competições e jogadores; ou produzir vídeos que transmitissem conhecimentos sobre a parte lúdica dos modos competitivos e até sobre a história do Haxball em Portugal. Para este efeito, teriam de haver pessoas interessadas em levar um projecto com firmeza e convicção... talvez isto seja mesmo o mais difícil de arranjar. Apesar do Haxball nunca ter sido um jogo extraordinário (dado que cada vez mais existem jogos com uma visibilidade bastante superior, com outra capacidade de atrair pessoas e, claro, com outro nível de interesse e investimento), também não é menos verdade que nós, portugueses, acabamos mesmo assim por ter algo diferente para oferecer, que pouco se encontra no nosso país: uma comunidade ativa com diversas plataformas para interagir com outros usuários (teamspeak3 & discord). Por outro lado, o nosso ''palco principal'', o fórum, é a prova provada de que conseguimos aliar a parte competitiva (as ligas propriamente ditas) à parte do convívio (as conversas e todas as formas de interação que existem no HBPT), produzindo bastantes tópicos não só sobre o jogo, como também sobre assuntos relacionados com os gostos dos nossos usuários, como o desporto - e isso deve ser valorizado. Porque não tentar publicitar esta atmosfera que torna o HBPT tão especial? Recordemos que já passaram 7 anos de altos e baixo... ainda assim, a comunidade resistiu sempre e hoje continua forte, a solidificar um futuro que se adivinha risonho. Aproveitar o bom que temos para gerar coisas ainda mais positivas é algo que não de deve descartar. UMA INTEGRAÇÃO COM COMPROMISSO Viramos agora a agulha para o tópico da integração, tentando perceber como e quando deve ser feita. Este assunto já surgiu inúmeras vezes em debates, originando projectos como a academia HBPT, instrutores ou as antigas equipas B's... no global, todos eles acabaram por ficar aquém das expetativas. A dificuldade aqui está em tentar estabelecer um compromisso, uma vez que até se pode conseguir trazer novos membros, mas se não houverem motivos de interesse ou uma integração bem feita (apresentação do espaço, referências do passado e do que envolve o presente, equipas, jogadores, formas de comunicação, etc) essas mesmas pessoas acabam por sair e nunca mais voltar. O que devemos fazer para tentar contrariar estas tendências? O factor chave é ter persistência e tentar dar um passo de cada vez. Ou seja, mais vale termos um membro novo a cada mês que consiga assimilar bem a ideia e que aprecie o que temos, do que meia dúzia numa semana que depois nunca mais voltam a por cá os pés. É preciso explicar bem todos os pormenores e fazer com que estes depois se consigam mover sozinhos, criar laços com outros usuários e por fim arranjar uma equipa. Uma coisa para ser bem feita tem de ser pensada, e só depois sim posta em prática.
  10. Neve.

    Jornal - E agora?

    Com a progressiva conclusão das competições da época atual, é altura de começar a olhar para o futuro na tentativa de perspetivar os próximos tempos. Para além dos costumes habituais, torna-se quase imprescindível ter uma visão mais ampla sobre as temáticas que se podem abordar. Assim sendo, a equipa do Jornal HBPT decidiu fazer um escrutínio mais incisivo sobre dois aspetos importantíssimos e que por vezes passam ao lado das cogitações de todos, ou seja: divulgação e integração. Estamos completamente satisfeitos com a situação atual? Será que temos condições para progredir? O que é que cada um pode fazer pela comunidade? DIVULGAR O QUE TEMOS PARA OFERECER Hoje em dia vivemos numa sociedade digital, onde muito facilmente podemos fazer publicidade a qualquer produto ou plataforma. Como é perceptível, o HBPT sempre foi um espaço criado para quem tivesse a oportunidade de conhecê-lo... mas e se fosse ao contrário? E se fossemos nós a puxar pelo tão denominado ''sangue novo''? De seguida apresentamos os meios mais evidentes que podiam ser aproveitamos para divulgar a nossa comunidade: O sítio mais nítido para por em prática o que se pretende, seria evidentemente no próprio jogo. Como todos sabem, no Haxball há dezenas de jogadores lusitanos que apenas usufruem das room's públicas: uns por não quererem ingressar em comunidades, outros por não terem tempo para competições e outros por terem um completo desconhecimento do que temos. São precisamente estes últimos que devemos aproveitar, procurando fixá-los na comunidade. Recentemente, já tivemos alguns casos bem sucedidos, mas obviamente que o proveito podia ser bem melhor se fizéssemos um procura mais profunda e se utilizássemos os meios à nossa disposição (bot's & conversas frontais com os jogadores). A maior parte do trabalho está aqui, no Haxball. Uma plataforma que atualmente tem uma enorme visibilidade é a Twitch. Fazer stream de jogos importantes ou tentar cativar novas almas com livestream's periódicas devem ser pontos a ter em conta, pois estas não só têm a capacidade de projetar o que realmente temos para dar, como também têm o dom de conseguir expressar qualidades de uma forma mais cristalina. De facto, a melhor maneira de estarmos perto do público alvo são nos momentos em que podemos interagir quase de forma direta com os viewers. A chave disto, assim como de tudo na vida, seria a dedicação e o tempo... não é fácil, mas cremos que seja possível. Fechando este capítulo da divulgação, falamos por último do YouTube. Ter um canal ativo e tentar fazer ''parcerias'' com outros youtuber's podia ser algo interessante porque teria a capacidade de atrair gente devido ao conteúdo diferente que podíamos criar - jogo extremamente fácil de aprender; diversas variações de mapas, competições e jogadores; ou produzir vídeos que transmitissem conhecimentos sobre a parte lúdica dos modos competitivos e até sobre a história do Haxball em Portugal. Para este efeito, teriam de haver pessoas interessadas em levar um projecto com firmeza e convicção... talvez isto seja mesmo o mais difícil de arranjar. Apesar do Haxball nunca ter sido um jogo extraordinário (dado que cada vez mais existem jogos com uma visibilidade bastante superior, com outra capacidade de atrair pessoas e, claro, com outro nível de interesse e investimento), também não é menos verdade que nós, portugueses, acabamos mesmo assim por ter algo diferente para oferecer, que pouco se encontra no nosso país: uma comunidade ativa com diversas plataformas para interagir com outros usuários (teamspeak3 & discord). Por outro lado, o nosso ''palco principal'', o fórum, é a prova provada de que conseguimos aliar a parte competitiva (as ligas propriamente ditas) à parte do convívio (as conversas e todas as formas de interação que existem no HBPT), produzindo bastantes tópicos não só sobre o jogo, como também sobre assuntos relacionados com os gostos dos nossos usuários, como o desporto - e isso deve ser valorizado. Porque não tentar publicitar esta atmosfera que torna o HBPT tão especial? Recordemos que já passaram 7 anos de altos e baixo... ainda assim, a comunidade resistiu sempre e hoje continua forte, a solidificar um futuro que se adivinha risonho. Aproveitar o bom que temos para gerar coisas ainda mais positivas é algo que não de deve descartar. UMA INTEGRAÇÃO COM COMPROMISSO Viramos agora a agulha para o tópico da integração, tentando perceber como e quando deve ser feita. Este assunto já surgiu inúmeras vezes em debates, originando projectos como a academia HBPT, instrutores ou as antigas equipas B's... no global, todos eles acabaram por ficar aquém das expetativas. A dificuldade aqui está em tentar estabelecer um compromisso, uma vez que até se pode conseguir trazer novos membros, mas se não houverem motivos de interesse ou uma integração bem feita (apresentação do espaço, referências do passado e do que envolve o presente, equipas, jogadores, formas de comunicação, etc) essas mesmas pessoas acabam por sair e nunca mais voltar. O que devemos fazer para tentar contrariar estas tendências? O factor chave é ter persistência e tentar dar um passo de cada vez. Ou seja, mais vale termos um membro novo a cada mês que consiga assimilar bem a ideia e que aprecie o que temos, do que meia dúzia numa semana que depois nunca mais voltam a por cá os pés. É preciso explicar bem todos os pormenores e fazer com que estes depois se consigam mover sozinhos, criar laços com outros usuários e por fim arranjar uma equipa. Uma coisa para ser bem feita tem de ser pensada, e só depois sim posta em prática. Veja ompleto
  11. Neve.

    MAIS UMA VEZ ACONTECEU ..

    Faltava isto @fgz. Provavelmente, o JOHN RAMBO deve-se ter esquecido de te dar.
  12. Neve.

    Historial de Punições

    Membro punido: @MiguelWinkel Infração: Provocações/Flaming. Reincidência: - Tempo de silenciamento: 72 horas (3 dias). A tabela de punições indicava 24 horas para cada provocação, mas como o membro em questão não tem qualquer reincidência neste tipo de práticas, decidi reduzir a sanção para metade (24 horas por cada dois comentários ofensivos). Justificação da punição: Diga-se que o usuário foi avisado (mais do que uma vez) para parar com o flame que tem dado a um membro em específico. O último alerta ocorreu ontem à noite através do ts3 da comunidade. Contudo, este decidiu continuar com a mesma postura ignorando os avisos que eu lhe tinha feito. De seguida apresentam-se as provocações/insultos que aconteceram nestes últimos tempos: https://prnt.sc/lm1bd4 https://prnt.sc/lm1epw https://prnt.sc/lm1ecu https://prnt.sc/lm1fob https://prnt.sc/lm1tf3 https://prnt.sc/lm1aq2
  13. Neve.

    INSULTOS e POKES

    @noR, questões ou denúncias relacionadas com o teamspeak3 devem ser tratadas lá com as entidades responsáveis. No HBPT apenas analisamos casos que aconteçam nesta plataforma. Como tal contacta as pessoas responsáveis pelo ts3 oficial da comunidade (@slidenz, @Pablo Aimar, @aitor) para te tentarem ajudar no que pretendes. O tópico já está a levar um rumo indesejado, portanto irei trancá-lo. Caso queiram trocar carícias, abram um tópico especifico para isso.
  14. Neve.

    Protestos

    Vais continuar a dizer a mesma frase até quando? Já passou 1 mês e meio desde que adoptei esta postura e o HBPT continua com a mesma atividade dos últimos tempos... mas eu compreendo o teu ponto de vista (os tiros no escuro normalmente não se acertam). Sendo bastante frontal, disse que és triste e digo novamente, porque o que tu fazes é de alguém que se sente bem em menosprezar os outros. E não, o Zack reagiu porque também tem complexos comigo já de há muito tempo. Coisas dele. Não te sintas extraordinário pelo teu único feedback ter sido dele. Mas felizmente caíste na isca - não estou para aturar perseguições... incrível o facto de cada vez que vens aqui teres sempre a mesma referência (típico de alguém que não tem nada para dizer). Ficas a cuidado do restante @STAFF HBPT (olha vê bem que até ficas com um tratamento diferente dos outros! És mesmo um rapaz especial). E assim me despeço de ti com um block convicto. Até nunca.
  15. Neve.

    Protestos

    Tu és mesmo triste, juro. Como já referi, quando tens confiança/afinidade com um membro podes tratá-lo como quiseres. Eu nunca vou punir ninguém por chamar X a alguém com quem se dá relativamente bem. Já estou é sem paciência para os teus comentários esporádicos e que apenas servem para espetar o ferrão à espera de audiência. Eu se fosse a ti ou continuava na toca (no sentido metafórico, claro) ou então tinha uma participação que contribui-se em algum para o HBPT (sim, porque só vens para aqui fazer estas figurinhas contra mim - desde já obrigado pela admiração). Fica o conselho. EDIT: Se continuares com esse tipo de conduta irei dar o exemplo, bloqueando-te de imediato. Contudo, nada temas porque terás sempre à disposição mais moderadores para te auxiliarem quando mais precisares! ''Grande abraço''